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LA in my heart ♥

02
Mai14

Histórias à Cabeceira #2

Comentário: "Amor Proibido é o mais recente romance da escritora inglesa Santa Montefiore. Editado pelo Círculo de Leitores, o livro conta-nos ao longo de 344 páginas a história de Angelica, uma mulher que se deixa tentar por um sedutor sul-africano que a faz sentir novamente bela e desejável.

Espera-nos, pois, uma viagem entre o glamour de Londres e as vinhas da África do Sul, num enredo apaixonante, onde se confrontam a vida familiar dita perfeita e o ímpeto dos sentidos.

Nascida em Winchester, Inglaterra, em 1970, Santa Montefiore deixou-se encantar pela Argentina, a terra da avó materna, aos 19 anos, tendo mais tarde transposto essa influência para os seus livros. Em 2001 escreve o primeiro romance, A Árvore dos Segredos. A escritora reside atualmente em Londres com o marido, o historiador Simon Sebag Montefiore, e com os filhos Lily e Sasha.

Amor Proibido, a sua mais recente obra, junta-se assim a outros êxitos já editados pelo Círculo de Leitores, entre os quais A Caixa da BorboletaUma Sonata de Amor A Virgem Cigana, apresentando para os sócios um preço de 15,12 euros."

25
Abr14

Histórias à Cabeceira #1

Sinopse: "Soraya tem apenas 15 anos quando, certa manhã, recebe a notícia da visita do líder da Líbia, Muammar Kadhafi, à sua escola. Como praticamente todos os jovens líbios, também ela cresceu no culto da veneração ao Guia, encarado como um deus, vivendo «num olimpo inatingível». Quando é apresentada ao Coronel, este pousa uma mão sobre a sua cabeça e acaricia-lhe os cabelos.

A vida de Soraya, a sua infância e todas as esperanças de futuro terminam nesse exato momento, pois com esse gesto o Guia acabou de indicar às suas guardas que Soraya passará a ser sua escrava sexual.

Nos anos seguintes, Soraya é torturada, violada, espancada, obrigada a consumir álcool e drogas. Tenta por várias vezes escapar, e consegue mesmo fugir do país, mas o regime de terror em que vive torna-a frágil, incapaz de interagir com os outros de forma saudável. Nem sequer a morte e o desaparecimento dos seus algozes vem
apaziguar o medo, a vergonha, a revolta.

A jornalista Annick Cojean foi a fiel depositária desta e de outras histórias, conduzindo uma investigação que traz a lume a utilização das mulheres líbias como armas de guerra no seio de uma sociedade corrompida, cuja população é, ainda hoje, simultaneamente vítima e cúmplice da uma política de silêncio que urge romper, para que se faça finalmente justiça."