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LA in my heart ♥

04
Nov15

Let's talk about serious stuff #4

 

Provavelmente conhecem bastante bem estas duas miúdas/mulheres, mas se não uma é a Cara Delevigne e a outra a Essena O'neill. Uma foi apanhada pelo mundo da moda, a outra pelo mundo dos social media. No entanto, há uma coisa que as une: não se sentirem felizes com a sua aparente vida perfeita! Tanto uma como outra acho que tiveram de ter bastante coragem para pôr um ponto final naquilo que era a sua vida durante anos. De desistirem da tal vida de sonho que incluí a popularidade. A imagem da mulher está super pré-definida, ou seja, se não fores assim e assim, és feia, és gorda, és horrível. Por outro lado, a procura incessante pela aceitação dos outros, a busca incessante pelos likes! Consigo perceber o que elas querem transmitir perfeitamente. Felizmente, a minha vida não roda à volta de redes sociais, felizmente, eu não gosto de tirar fotos! E acho que nunca na vida iria querer ser famosa, se ser famosa é como estas duas descrevem. Cada vez mais acho que as nossas gerações se estão a estragar e apesar de as redes sociais trazerem bastantes benefícios, também têm um papel importantíssimo desta degradação. O momento que comecei a usar menos o meu telemóvel, foi o momento em que comecei a aproveitar outras coisas, a dar importância a outras pequenas coisas que são o que levamos desta vida. Então redes sociais são o que menos me interessa e preocupa!

 

P.S. - Aqui fica o instagram da Essena re-editado com mensagens bastantes incríveis!

 

 

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27
Out15

Let's talk about serious stuff #2

Este ano é um ano que me tenho desiludido com bastantes pessoas, não só a nível amoroso como amizades. Estes processos nunca são fáceis e faz-me sempre pensar que não sou o suficiente para que as pessoas fiquem e me escolham como Aquela pessoa. O que costumo fazer para ajudar é apoiar-me nos amigos e manter-me o mais ocupada possível. Para mim, é uma óptima maneira de manter a mente ocupada e não pensar em coisas que não devia. E vocês que técnicas utilizam para ultrapassar decepções?

 

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22
Out15

Let's talk about serious stuff #1

Eu sei que este é um assunto cliché, mas apeteceu-me falar sobre isto e saber a vossa opinião uma vez que este verão estive bastante em contacto com esta questão de gravidez e aborto! (calma que não passei por nenhuma dessas coisas, felizmente) Como sabem, estas semanas nas minhas aulas de inglês têm havido apresentações orais. Uma rapariga decidiu falar sobre o aborto, sempre aquele assunto bastante mediático porque há quem aceite e há quem não aceite, depois vem a questão da religião e blá blá. A minha colega defendeu que estava de acordo com o aborto apenas em alguns casos como por exemplo: a gravidez ter resultado de uma violação, o feto estar com deficiências graves ou não ter quaisquer meios para sustentar o bebé. Até aqui tudo bem! Depois disse que nos casos em que não concorda é porque acha que devemos levar com as consequências dos nossos actos e que, se realmente não quiserem o bebé, sempre o podemos dar para adopção. Aqui vai a minha opinião: Eu sou a favor do aborto, pelo simples facto de que me imagino nessa situação. E se eu tivesse nessa situação, agora com 21 anos, faria o aborto porque não tenho condições nenhumas para ser mãe para além de que iria deixar o meu curso a meio e acabaria com os meus sonhos para sempre. No entanto, não concordo com uma coisa que ela disse que é a parte da adopção! Eu sei que pode ser um pensamento egoísta, mas eu acho que é muito mais "fácil" fazer um aborto do que levar uma gravidez até ao fim em que se cria uma ligação emocional entre mãe e filho e depois ter de se "desfazer" do bebé, que é parte dessa pessoa. Eu digo com sinceridade, era capaz de fazer um aborto, apesar de saber que isso provavelmente sempre me iria pesar na consciência, mas dar um filho para adopção, não conseguia... Não recriminando quem o faz porque sem dúvida que se não se tem condições para o criar, muita gente dá os filhos para a adopção com intenção de que eles tenham um futuro melhor e melhores condições de vida. Eu simplesmente não o conseguiria fazer! Vá, digam-me da vossa justiça?!

 

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